Se tem uma coisa que consegue representar bem o que eu tenho passado na minha vida amorosa, essa coisa é a abertura de Pérola Negra:
Pega o drama no olhar de Paulo Ricardo.
E olha a letra, é totalmente eu: “Se eu soubesse que ia ser assim, tudo por nada… eu confesso que eu acreditei em meias verdades: Você nunca me disse ‘te amo’, mas também não disse que não.”
E vocês sabem que, pra bom entendendor ou gente carentchy e fácil de se entregar, meia frase basta. E aí um eu te… vira ‘eu te amo’, quando, na verdade, devia ser: ‘eu te… desejo um bom dia’.
E a nossa imaginação é tão fértil,que engravida de uma ilusão impotente, né amigues?
Então, obrigada, Senhor, por ter inventado algo na natureza que pudéssemos transformar em álcool e bebermos nessas horas que bate um verdadeiro crash de 29 na nossa vida.
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